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Hospital ABHU descarta sucata e inicia campanha

Publicado 17/04/2014 ás 14h11


Visando dar um destino apropriado para material que não está em uso, a Associação Beneficente Hospital Universitário (ABHU) de Marília está iniciando um trabalho de ganhar mais espaço no prédio, se desfazer de sucatas de forma imediata e criar um processo de não acumular material em desuso. “A ideia é fazer com que não seja acumulado aquilo que não será usado”, disse Márcia Mesquita Serva Reis, superintendente da ABHU de Marília. “Não é para acumular, mas já que existia material sem ser utilizado, foi dado um destino específico a tudo isso”, falou ao tomar conhecimento de que a grande quantidade de sobras de material de construção, de mobiliário sem recuperação, dentre outros produtos, foram eliminado.

Segundo Eli Pedro Moreira, supervisor de manutenção do hospital universitário de Marília, foram descartadas: torneiras, cadeiras, restos de material de construção, papelão, tubos de construção civil e mobiliários sem recuperação. “Fizemos um limpa muito grande”, disse o dirigente que acredita ter sido boa quantidade de aço e papelão de forma generalizada. “Estamos falando de descarte de material que não tem nada a ver com lixo hospitalar”, comparou ao dizer se tratar de assuntos diferentes. “O comportamento com descarte de material, que pode até servir para reciclagem, é uma coisa. Lixo hospitalar específico tem outro tratamento”, deixou claro o encarregado de manutenção do hospital de ensino de Marília.

Em breve será aperfeiçoado o programa de segregação de lixo seletivo específico para sucata. “Vamos ter local mais apropriado para cada tipo de descarte”, informou ao deixar claro que o objetivo é que não se tenha esse material em desuso por muito tempo acumulado. “Vamos guardar em local e forma apropriados e num prazo determinado vamos dar um destino para esse material desnecessário”, explicou ao especificar o descarte de resíduo de manutenção como: lâmpadas, fios, plásticos diversos, vidros variados, madeiras e aço de diversos formatos. “Temos a obrigação de dar destino para tudo isso que não tem utilidade dentro do hospital”, comentou ao avaliar a forma de como será desenvolvido, em breve, o programa de logística reversa. “Está em estudo a possibilidade de papelão e madeira, por exemplo, a partir do momento que ele deixarem de ser utilizados, serem destinados pelo próprio fornecedor que os trouxe”, comentou.

Diante do descarte acumulado na ABHU, foi possível, inclusive, trocar parte desse material descartado em tapetes, flores naturais e artificiais que foram espalhados pelo hospital mariliense. “Nosso propósito é dar um destino apropriado para que não acumule qualquer tipo de material no hospital que não seja útil”, reforçou o diretor administrativo da ABHU de Marília, Rodrigo Paiola, que acredita no aperfeiçoamento do programa de conscientização do destino de material descartável entre funcionários do hospital de ensino. “Com os novos procedimentos que serão tomados não é para termos qualquer quantidade de material acumulada assim”, acredita o dirigente mariliense.


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